sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Restaurante onde tudo ou quase tudo é de papelão

http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,restaurante-de-papelao-faz-sucesso-em-taiwan,2371,0.htm

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Inovação| 28 de outubro de 2012 | 8h 40

Restaurante de papelão faz sucesso em Taiwan

Lançado por um vendedor aposentando de papel, no Carton King Creativity mesas, cadeira e até pratos são de celulose
ESTADÃO PME
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Reprodução/Site
Reprodução/Site
Estabelecimento existe há três anos em Taiwan
Um vendedor aposentado de papéis em Taiwan decidiu empreender empregando como diferencial justamente o seu conhecimento acumulado sobre o emprego de celulose. Ele lançou há três anos o Carton King Creativity, um restaurante onde tudo – ou quase tudo – é feito com papelão.
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Tirando a estrutura do prédio, que para a segurança dos clientes é sustentado por tradicional material de alvenaria, todo o resto no estabelecimento é assim, incluindo pratos, copos, cadeiras, mesas e paredes decorativas.
De acordo com o site Oddity Central, que se dedica a encontrar ideias e temas originais pelo mundo, a comida, em si, é até um pouco cara, “mas tornar-se barata quando se paga pela experiência do lugar”.
“A ideia do restaurante é dar às pessoas uma compreensão sobre criatividade e, também, passar adiante uma mensagem ambiental”, afirma o gerente do estabelecimento Huang Fang-liang em entrevista à agência de notícias Reuters.
Por “mensagem ambiental”, ele se refere ao fato de que, no Carton King Creativity Park, caso uma cadeira uma mesa quebre, ela pode ser recolhida, o material reciclado, transformado novamente em papelão e transformado em móvel novamente.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Bitucas de cigarro podem virar papel


Três estudantes da Favela de Heliópolis desenvolveram um projeto para reutilizar as 34,2 milhões de bitucas de cigarros descartadas por dia na capital. A iniciativa, chamada de Sementuca, transforma os resíduos em folhas de papel semente. Segundo os jovens, de 16 a 18 anos, a ideia veio depois da Lei Antifumo, que entrou em vigor em agosto de 2009. “Aumentou muito o número de bitucas jogadas nas calçadas da cidade e isso nos incomodava”, diz Alan Melo, um dos três alunos da Escola Técnica Estadual Heliópolis.
O projeto foi desenvolvido no curso de Administração e ajudou os garotos a aprender conceitos de química para colocar a ideia em prática. Antes de formar a pasta de celulose, as bitucas são limpas em uma solução química que tira o odor do fumo. O experimento envolveu 200 gramas (cerca de 300 bitucas), que conseguiram produzir sete folhas de papel em tamanho A4.
“Usamos 50% de bituca e 50% de papel reciclado na produção, mas o processo pode ser feito apenas com as bitucas”, afirma Vinicius de Souza, que também integra o projeto. Com as melhores notas da escola,ele ganhou uma bolsa do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, que mantém a escola, e passou o mês de setembro na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, fazendo cursos na área.
O projeto foi apresentado na 6.ª Feira Tecnológica do Centro Paula de Souza, que acaba hoje, na Expo Barra Funda. Foram apresentados mais de 280 projetos de escolas técnicas do Estado. Vinícius diz que o grupo tem a intenção de levar a ideia adiante. “O processo é artesanal, mas pode ser feito em escala maior se houver empresas interessadas”, afirma.
Coordenadora do projeto, a professora Taís Bisbocci conta o próximo passo é fazer um registro na Biblioteca Nacional, no Rio. A esperança é de que o projeto seja apresentado na Feira Brasileira de Ciências (Febrace) da USP, o que poderia render convites para feiras internacionais.
As bitucas usadas pelos alunos de Heliópolis foram fornecidas pela empresa Bituca Verde, que busca soluções para o problema. Nesta quinta-feira, eles apresentam na Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebare, em São Paulo, um projeto que pretende reutilizar as bitucas nas indústrias siderúrgica e cimenteira. “Já temos companhias interessadas”,afirma o gerente comercial, Fabiano Russo. “É preciso buscar alternativas, pois não há uma legislação específica para este tipo de resíduo, cada vez mais comum nas ruas e calçadas.” As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.